Parece uma anedota, mas depois de nos ter mandado uma carta a dizer que eramos obrigados a fazer a activação do nosso registo via internet, a Anacom não põe o sistema a funcionar...
Voltei a consultar os meus dados e não haviam sido actualizados. Fiz novo pedido de actualização (do telefone e do e-mail) e cá fico a aguardar mais um mês...
Pus-me a pensar e com os meus poucos conhecimentos de informática, custa-me a acreditar que os especialistas não sejam capazes de por o sistema operacional, então ocorreu-me um pensamento, será que a Anacom ainda não pagou o sistema/serviço à empresa instaladora e como é costume neste tipo de serviços, até o pagamento ser feito, as empresas de software costumam deixar o programa "pendurado"?... Não sei se foi o caso, mas de facto a outra explicação também possível é a de pessoas da Anacom estarem com dificuldades em assimilar e trabalhar com as novas tecnologias... Será?
Mas então porquê a carta? Porquê estar a exigir dos outros sem fazer o trabalho próprio?
Sem mais comentários...
domingo, 15 de novembro de 2009
sexta-feira, 16 de outubro de 2009
Choque tecnológico? Ah! Ah! Ah!
Em Maio de 2009, recebi uma carta da ANACOM com uma password para aceder ao seu site e passar a tratar de todos os assuntos via internet.
Fiz o registo, consultei os dados e verifiquei que o meu numero de telefone estava desactualizado e que não tinha lá o meu e-mail. De imediato procedi à correcção e inclui a conta de e-mail que habitualmente uso para contactos oficiais.
Passou cerca de um mês, fui consultar o site e verifiquei que as alterações ainda não haviam sido feitas. Deixei passar mais um mês e tudo na mesma. Outro mês e igual... Em Setembro, como ainda não havia qualquer actualização, decidi fazer novo pedido e repetir a correcção do numero de telefone e acrescentar novamente o e-mail. Já lá vai um mês e nada... Tudo na mesma!!! Então só me passou pela cabeça que o choque tecnológico, do Senhor Primeiro Ministro, não tinha chegado à ANACOM, mas depois de meditar um pouco, acho que se calhar o choque foi forte de mais e queimou por lá os "fusíveis" ao sistema informático... (E ainda bem que há um sistema a quem se pode por as culpas...)
Oh Senhor Primeiro Ministro veja se regula a intensidade do choque tecnológico ou o propósito deste é igual ao do alargamento do radioamadorismo aos jovens de 12 anos, consagrado na nova legislação, mas bloqueado a seguir por um aumento de dificuldade nos exames que, mesmo muitos adultos, nem com o 12º Ano de Escolaridade o conseguirão fazer? Para os miudos deveria haver um outro patamar... Não acha?
Já agora o que pretende com a obrigatoriedade de os radioamadores terem que comunicar com a ANACOM através da Internet? É só para obrigar os radioamadores mais antigos a adaptarem-se às novas tecnologias, ou será mesmo para incentivar a substituição do radioamadorismo pelas novas tecnologias?
Fiz o registo, consultei os dados e verifiquei que o meu numero de telefone estava desactualizado e que não tinha lá o meu e-mail. De imediato procedi à correcção e inclui a conta de e-mail que habitualmente uso para contactos oficiais.
Passou cerca de um mês, fui consultar o site e verifiquei que as alterações ainda não haviam sido feitas. Deixei passar mais um mês e tudo na mesma. Outro mês e igual... Em Setembro, como ainda não havia qualquer actualização, decidi fazer novo pedido e repetir a correcção do numero de telefone e acrescentar novamente o e-mail. Já lá vai um mês e nada... Tudo na mesma!!! Então só me passou pela cabeça que o choque tecnológico, do Senhor Primeiro Ministro, não tinha chegado à ANACOM, mas depois de meditar um pouco, acho que se calhar o choque foi forte de mais e queimou por lá os "fusíveis" ao sistema informático... (E ainda bem que há um sistema a quem se pode por as culpas...)
Oh Senhor Primeiro Ministro veja se regula a intensidade do choque tecnológico ou o propósito deste é igual ao do alargamento do radioamadorismo aos jovens de 12 anos, consagrado na nova legislação, mas bloqueado a seguir por um aumento de dificuldade nos exames que, mesmo muitos adultos, nem com o 12º Ano de Escolaridade o conseguirão fazer? Para os miudos deveria haver um outro patamar... Não acha?
Já agora o que pretende com a obrigatoriedade de os radioamadores terem que comunicar com a ANACOM através da Internet? É só para obrigar os radioamadores mais antigos a adaptarem-se às novas tecnologias, ou será mesmo para incentivar a substituição do radioamadorismo pelas novas tecnologias?
sexta-feira, 9 de outubro de 2009
Certificado de conformidade.
Um Certificado de Conformidade, no rádioamadorismo, é um documento que atesta que determinado equipamento está de acordo com uma ou mais normas específicas.
Diversos equipamentos têm os referidos certificados. Em alguns casos a homolugação dos equipamentos deixou de ser requerida e só é obrigatório a apresentação do Certificado de Conformidade.
Agora a questão principal é: terá o Certificado de Conformidade de estar em Português?
Em princípio, se o equipamento foi adquirido em Portugal, a resposta é sim. Porque qualquer artigo comercializado no nosso país tem que ter a sua descrição, especificações técnicas e instruções em Português. Se o não tem, devemos não só recusar a compra, como denunciar tal facto às autoridades.
Mas como estamos numa Europa de livre circulação e livre comércio, se o equipamento foi adquirido noutro país, o nosso parecer é não. Não precisa de ter Certificado de Conformidade em Português. Terá que ter, isso sim, numa das segundas línguas adoptadas pelo próprio país e neste caso, terá que ter os documentos em Inglês ou Francês, que são as duas segundas línguas oficiais de Portugal. Relembro que durante muitos anos a segunda língua era o Francês; a maior parte dos nossos documentos estavam em Português e Francês; e mais recentemente, depois da entrada para a Comunidade Europeia, Portugal passou a adoptar também o Inglês como segunda língua.
Posto isto, além dos documentos oficiais, convém guardar também a facturinha...
E viva a Europa livre!
Diversos equipamentos têm os referidos certificados. Em alguns casos a homolugação dos equipamentos deixou de ser requerida e só é obrigatório a apresentação do Certificado de Conformidade.
Agora a questão principal é: terá o Certificado de Conformidade de estar em Português?
Em princípio, se o equipamento foi adquirido em Portugal, a resposta é sim. Porque qualquer artigo comercializado no nosso país tem que ter a sua descrição, especificações técnicas e instruções em Português. Se o não tem, devemos não só recusar a compra, como denunciar tal facto às autoridades.
Mas como estamos numa Europa de livre circulação e livre comércio, se o equipamento foi adquirido noutro país, o nosso parecer é não. Não precisa de ter Certificado de Conformidade em Português. Terá que ter, isso sim, numa das segundas línguas adoptadas pelo próprio país e neste caso, terá que ter os documentos em Inglês ou Francês, que são as duas segundas línguas oficiais de Portugal. Relembro que durante muitos anos a segunda língua era o Francês; a maior parte dos nossos documentos estavam em Português e Francês; e mais recentemente, depois da entrada para a Comunidade Europeia, Portugal passou a adoptar também o Inglês como segunda língua.
Posto isto, além dos documentos oficiais, convém guardar também a facturinha...
E viva a Europa livre!
sexta-feira, 31 de julho de 2009
Programar memórias num rádio
Uma das coisas que gosto de fazer nos equipamentos é carregar em todas as teclas e usar o maior número possível de funções.

Acho interessante usar a programação de algumas memórias que são assim bastante uteis quandos se usam os repetidores, mas que também podem ser uteis para mais rápidamente chegarmos às frequências de QAP ou às frequências que mais vezes usamos em cada banda.
Mas voltando à utilização de repetidores, é muito prático a associação de rótulos que identificam o repetidor pelo nome, até porque na mesma frequência podemos ter mais do que um repetidor somente com a diferença do tom de protecção. Com os rótulos evitamos aquelas situações confrangedoras em que os colegas, quando querem ir a um repetidor, têm que perguntar qual a frequência ou às vezes, qual o tom, podendo, no caso de utilizarmos esta função, pesquisarmos simplesmente pelo nome (e isso não é vergonha nenhuma)... Depois, na maioria dos rádios basta um toque num botão para o display nos mostrar a frequência.
Uma boa parte do fim de semana passado foi dispendido a aprender a trabalhar com um dos transceptores multibanda mais completos e a memorizar frequências... Foram momentos bastante interessantes que um colega me proporcionou, uma vez que os QSJ não abundam e não tenho nenhum rádio que se aproxime deste que cá tive durante 3 dias...

(A imagem do dito cujo... Lindo...)
73 e até um dia destes.
sábado, 20 de junho de 2009
XVI Exposição da Rádio da ARAL
Hoje visitamos a Exposição da Rádio da ARAL, que desta vez teve lugar no Pombal.


Confessamos que as indicações dadas pela organização sobre o local e falta de placas que indicassem a direcção da exposição, nos dificultaram a aproximação, mas como não temos GPS, usamos aquele provérbio popular que diz: "quem tem boca vai a Roma".

A exposição, por volta das 10h30m, quando chegamos, estava animada com os chamados QSO de metro...
Em termos de expositores, as ausências do representante nacional da Kenwood e do Grupo HG, reduziram a dimensão do evento, deixando-o longe das feiras consideradas de referência e que são em primeiro lugar a da ARVM e em segundo a da ARBA.

Devido talvez à dimensão, nesta feira deparamo-nos com algo para nós inédito e que foi um vendedor de usados a pedir por um equipamento usado o preço que o mesmo custa novo. Por momentos ficamos com dúvidas se se tratava de novo ou usado, mas diga-se em abono da verdade que, numa análise visual rápida do transceptor, era visivel à vista desarmada que se tratava de um usado...
Valeu pelo passeio ao Pombal, mas também para esta localidade vai uma nota negativa devido à poluição do rio que passa junto ao pavilhão onde decorreu o evento.
73 e até à próxima.
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