Uma das regras do radioamadorismo é dar o indicativo, por vezes mencionando somente as letras segundo o nosso alfabeto, outras usando o alfabeto fonético, principalmente quando se pretende ser mais claro... Mas também há colegas que usam outras palavras para simplificar a comunicação e serem melhor entendidos nas suas linguas locais.
De qualquer das formas é preciso ter cuidado com as palavras que usamos para transmitir os nossos indicativos, porque por vezes há palavras que podem ser interpretadas de mais do que uma maneira. Um exemplo disso foi um colega que eu escutei há dias e que no seu indicativo de chamada tem um Y e um I... Esse colega menciona estas letras como York e Itália... Ora como a comunicação era em português, a minha primeira reacção foi interpretar o indicativo totalmente em português e New York em inglês é Nova Iorque em português, daí, Iorque e Itália têm o mesmo significado na nossa língua... Não seria melhor usar o alfabeto fonético Yankee e India?... Assim não suscitaria dúvidas...
É só uma sugestão!
sábado, 7 de abril de 2012
quinta-feira, 3 de dezembro de 2009
Pagamento de licença
Este é um pequeno post somente para dizer que já estão a ser enviadas, pela Anacom, as notificações para pagamento da taxa referente a 2009. Estão a chegar em carta registada via CTT.
Desta feita o recibo vem dividido em 2 parcelas.
A primeira, até Maio, com um valor calculado com base na taxa anterior à nova legislação, que para quem já era radioamador representa 5 meses de taxa e um valor de 3,84€.
A segunda, são os 7 meses seguintes, de Junho a Dezembro, calculados com base na taxa da nova legislação, que entrou a 1 de Junho de 2009 e cujo valor é 11,67€.
Total, neste caso, 15,51€.
Em 2010, todo o ano já estará abrangido pela nova legislação, por isso pagaremos 20€.
Quanto às formas de pagamento são as habituais, Multibanco, CTT e na Anacom. Enfim, não é difícil encontrar um método que nos dê jeito...
O prazo também é grande, temos práticamente 1 mês. Não se esqueçam de pagar até 30 de Dezembro e continuar a manter vivo este nosso passatempo.
73 e Festas Felizes!
Desta feita o recibo vem dividido em 2 parcelas.
A primeira, até Maio, com um valor calculado com base na taxa anterior à nova legislação, que para quem já era radioamador representa 5 meses de taxa e um valor de 3,84€.
A segunda, são os 7 meses seguintes, de Junho a Dezembro, calculados com base na taxa da nova legislação, que entrou a 1 de Junho de 2009 e cujo valor é 11,67€.
Total, neste caso, 15,51€.
Em 2010, todo o ano já estará abrangido pela nova legislação, por isso pagaremos 20€.
Quanto às formas de pagamento são as habituais, Multibanco, CTT e na Anacom. Enfim, não é difícil encontrar um método que nos dê jeito...
O prazo também é grande, temos práticamente 1 mês. Não se esqueçam de pagar até 30 de Dezembro e continuar a manter vivo este nosso passatempo.
73 e Festas Felizes!
domingo, 15 de novembro de 2009
Sistema via Internet da Anacom não funciona...
Parece uma anedota, mas depois de nos ter mandado uma carta a dizer que eramos obrigados a fazer a activação do nosso registo via internet, a Anacom não põe o sistema a funcionar...
Voltei a consultar os meus dados e não haviam sido actualizados. Fiz novo pedido de actualização (do telefone e do e-mail) e cá fico a aguardar mais um mês...
Pus-me a pensar e com os meus poucos conhecimentos de informática, custa-me a acreditar que os especialistas não sejam capazes de por o sistema operacional, então ocorreu-me um pensamento, será que a Anacom ainda não pagou o sistema/serviço à empresa instaladora e como é costume neste tipo de serviços, até o pagamento ser feito, as empresas de software costumam deixar o programa "pendurado"?... Não sei se foi o caso, mas de facto a outra explicação também possível é a de pessoas da Anacom estarem com dificuldades em assimilar e trabalhar com as novas tecnologias... Será?
Mas então porquê a carta? Porquê estar a exigir dos outros sem fazer o trabalho próprio?
Sem mais comentários...
Voltei a consultar os meus dados e não haviam sido actualizados. Fiz novo pedido de actualização (do telefone e do e-mail) e cá fico a aguardar mais um mês...
Pus-me a pensar e com os meus poucos conhecimentos de informática, custa-me a acreditar que os especialistas não sejam capazes de por o sistema operacional, então ocorreu-me um pensamento, será que a Anacom ainda não pagou o sistema/serviço à empresa instaladora e como é costume neste tipo de serviços, até o pagamento ser feito, as empresas de software costumam deixar o programa "pendurado"?... Não sei se foi o caso, mas de facto a outra explicação também possível é a de pessoas da Anacom estarem com dificuldades em assimilar e trabalhar com as novas tecnologias... Será?
Mas então porquê a carta? Porquê estar a exigir dos outros sem fazer o trabalho próprio?
Sem mais comentários...
sexta-feira, 16 de outubro de 2009
Choque tecnológico? Ah! Ah! Ah!
Em Maio de 2009, recebi uma carta da ANACOM com uma password para aceder ao seu site e passar a tratar de todos os assuntos via internet.
Fiz o registo, consultei os dados e verifiquei que o meu numero de telefone estava desactualizado e que não tinha lá o meu e-mail. De imediato procedi à correcção e inclui a conta de e-mail que habitualmente uso para contactos oficiais.
Passou cerca de um mês, fui consultar o site e verifiquei que as alterações ainda não haviam sido feitas. Deixei passar mais um mês e tudo na mesma. Outro mês e igual... Em Setembro, como ainda não havia qualquer actualização, decidi fazer novo pedido e repetir a correcção do numero de telefone e acrescentar novamente o e-mail. Já lá vai um mês e nada... Tudo na mesma!!! Então só me passou pela cabeça que o choque tecnológico, do Senhor Primeiro Ministro, não tinha chegado à ANACOM, mas depois de meditar um pouco, acho que se calhar o choque foi forte de mais e queimou por lá os "fusíveis" ao sistema informático... (E ainda bem que há um sistema a quem se pode por as culpas...)
Oh Senhor Primeiro Ministro veja se regula a intensidade do choque tecnológico ou o propósito deste é igual ao do alargamento do radioamadorismo aos jovens de 12 anos, consagrado na nova legislação, mas bloqueado a seguir por um aumento de dificuldade nos exames que, mesmo muitos adultos, nem com o 12º Ano de Escolaridade o conseguirão fazer? Para os miudos deveria haver um outro patamar... Não acha?
Já agora o que pretende com a obrigatoriedade de os radioamadores terem que comunicar com a ANACOM através da Internet? É só para obrigar os radioamadores mais antigos a adaptarem-se às novas tecnologias, ou será mesmo para incentivar a substituição do radioamadorismo pelas novas tecnologias?
Fiz o registo, consultei os dados e verifiquei que o meu numero de telefone estava desactualizado e que não tinha lá o meu e-mail. De imediato procedi à correcção e inclui a conta de e-mail que habitualmente uso para contactos oficiais.
Passou cerca de um mês, fui consultar o site e verifiquei que as alterações ainda não haviam sido feitas. Deixei passar mais um mês e tudo na mesma. Outro mês e igual... Em Setembro, como ainda não havia qualquer actualização, decidi fazer novo pedido e repetir a correcção do numero de telefone e acrescentar novamente o e-mail. Já lá vai um mês e nada... Tudo na mesma!!! Então só me passou pela cabeça que o choque tecnológico, do Senhor Primeiro Ministro, não tinha chegado à ANACOM, mas depois de meditar um pouco, acho que se calhar o choque foi forte de mais e queimou por lá os "fusíveis" ao sistema informático... (E ainda bem que há um sistema a quem se pode por as culpas...)
Oh Senhor Primeiro Ministro veja se regula a intensidade do choque tecnológico ou o propósito deste é igual ao do alargamento do radioamadorismo aos jovens de 12 anos, consagrado na nova legislação, mas bloqueado a seguir por um aumento de dificuldade nos exames que, mesmo muitos adultos, nem com o 12º Ano de Escolaridade o conseguirão fazer? Para os miudos deveria haver um outro patamar... Não acha?
Já agora o que pretende com a obrigatoriedade de os radioamadores terem que comunicar com a ANACOM através da Internet? É só para obrigar os radioamadores mais antigos a adaptarem-se às novas tecnologias, ou será mesmo para incentivar a substituição do radioamadorismo pelas novas tecnologias?
sexta-feira, 9 de outubro de 2009
Certificado de conformidade.
Um Certificado de Conformidade, no rádioamadorismo, é um documento que atesta que determinado equipamento está de acordo com uma ou mais normas específicas.
Diversos equipamentos têm os referidos certificados. Em alguns casos a homolugação dos equipamentos deixou de ser requerida e só é obrigatório a apresentação do Certificado de Conformidade.
Agora a questão principal é: terá o Certificado de Conformidade de estar em Português?
Em princípio, se o equipamento foi adquirido em Portugal, a resposta é sim. Porque qualquer artigo comercializado no nosso país tem que ter a sua descrição, especificações técnicas e instruções em Português. Se o não tem, devemos não só recusar a compra, como denunciar tal facto às autoridades.
Mas como estamos numa Europa de livre circulação e livre comércio, se o equipamento foi adquirido noutro país, o nosso parecer é não. Não precisa de ter Certificado de Conformidade em Português. Terá que ter, isso sim, numa das segundas línguas adoptadas pelo próprio país e neste caso, terá que ter os documentos em Inglês ou Francês, que são as duas segundas línguas oficiais de Portugal. Relembro que durante muitos anos a segunda língua era o Francês; a maior parte dos nossos documentos estavam em Português e Francês; e mais recentemente, depois da entrada para a Comunidade Europeia, Portugal passou a adoptar também o Inglês como segunda língua.
Posto isto, além dos documentos oficiais, convém guardar também a facturinha...
E viva a Europa livre!
Diversos equipamentos têm os referidos certificados. Em alguns casos a homolugação dos equipamentos deixou de ser requerida e só é obrigatório a apresentação do Certificado de Conformidade.
Agora a questão principal é: terá o Certificado de Conformidade de estar em Português?
Em princípio, se o equipamento foi adquirido em Portugal, a resposta é sim. Porque qualquer artigo comercializado no nosso país tem que ter a sua descrição, especificações técnicas e instruções em Português. Se o não tem, devemos não só recusar a compra, como denunciar tal facto às autoridades.
Mas como estamos numa Europa de livre circulação e livre comércio, se o equipamento foi adquirido noutro país, o nosso parecer é não. Não precisa de ter Certificado de Conformidade em Português. Terá que ter, isso sim, numa das segundas línguas adoptadas pelo próprio país e neste caso, terá que ter os documentos em Inglês ou Francês, que são as duas segundas línguas oficiais de Portugal. Relembro que durante muitos anos a segunda língua era o Francês; a maior parte dos nossos documentos estavam em Português e Francês; e mais recentemente, depois da entrada para a Comunidade Europeia, Portugal passou a adoptar também o Inglês como segunda língua.
Posto isto, além dos documentos oficiais, convém guardar também a facturinha...
E viva a Europa livre!
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